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	<title>Peopleenvironment's Blog</title>
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	<description>Relação pessoa-ambiente, opinião!</description>
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		<title>Silêncio&#8230; incomoda?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 14:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[dinâmica dos grupos]]></category>
		<category><![CDATA[Aurea Castilho]]></category>

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		<description><![CDATA[Uns dizem que quem cala consente, outros que um olhar vale mais que mil palavras&#8230; há ainda aquele silêncio típico do &#8220;climão&#8221;&#8230; e também o silêncio confortável da aceitação mútua e incondicional. O silêncio informa, e a leitura correta do tipo de silêncio que está ocorrendo auxilia na melhor condução e posicionamento nas relações interpessoais. A [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=319&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2011/02/silencio-thumb0.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-320" title="silencio-thumb0" src="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2011/02/silencio-thumb0.jpg?w=300&#038;h=220" alt="" width="300" height="220" /></a>Uns dizem que quem cala consente, outros que um olhar vale mais que mil palavras&#8230; há ainda aquele silêncio típico do &#8220;climão&#8221;&#8230; e também o silêncio confortável da aceitação mútua e incondicional.</p>
<p>O silêncio informa, e a leitura correta do tipo de silêncio que está ocorrendo auxilia na melhor condução e posicionamento nas relações interpessoais.</p>
<p>A autora Áurea Castilho, em seu livro &#8220;A dinâmica do trabalho de grupo&#8221; lista 18 tipos de silêncio conforme o contexto de interrelação:<span id="more-319"></span></p>
<p><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio Tensão: </span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">O silêncio de tensão é a expressão da ansiedade. Nos grupos o silêncio de tensão é facilmente observado, pois manifesta-se através de postura corporal que se torna tensa, da respiração que se torna ofegante, das expressões faciais, do uso excessivo do fumo, do tamborilar dos dedos, ou pelo modo inquieto que as pessoas ficam.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Conflito</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Caracterizado pelos sentimentos de ódio, hostilidade, agressividade, oposição, de reprovação ou de medo. É um silêncio profundo e tenso.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Medo</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Há mudança na postura física e psicológica. O silêncio do medo trás consigo muita tensão e, como conseqüência muita descarga psicossomática.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Dor e de Perda</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Caracteriza-se pelo recolhimento ante sua própria dor ou a de terceiro. A maior expressão e força da comunicação estão no não-falar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Reflexão</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Aparece após uma intervenção do Facilitador, ou após um feedback, ou mesmo depois de uma experiência intensa vivida pelo grupo. Nesse tipo de silêncio, observa-se claramente a ausência de tensão, e é muito visível o recolhimento introspectivo de quem está elaborando mentalmente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Amor e Paz</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Caracteriza-se pela plenitude de um encontro existencial, onde palavras são desnecessárias. A comunicação é freqüentemente pelo olhar ou pelo contato físico.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Expectativa</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Tem um misto de tensão e curiosidade, ou, melhor dizendo, de espera. É a parada para ouvir o outro. É a expectativa do que o outro tem a dizer.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Solidão</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: É um silêncio cheio de amargura, pesar e vazio. O indivíduo se refere a um sentimento de sentir-se só, abandonado à sua própria sorte.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Dependência Transferencial</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Caracteriza-se pelo jogo da dependência. Espera-se que a autoridade, Facilitador, assuma o comando da situação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Atenção</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Consiste no silêncio que escuta, onde a pessoa está “toda ouvidos” para o outro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Resistência e Bloqueio Emocional</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: É o silêncio que exprime a dificuldade, o bloqueio do indivíduo em se expressar. Ele não sabe o que dizer, como começar; não sabe sequer se tem algo a dizer.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Desinteresse</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Caracteriza-se pelo enfado, pela perda de foco de atenção do que ocorre, pode estar camuflando uma resistência. A apatia é a manifestação mais forte que caracteriza o silêncio do desinteresse.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Depressão</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: É um silêncio pesado, expressando a depressão do grupo ou de um indicador. O indivíduo quando está em uma fase depressiva passa horas ou sessões inteiras sem falar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio por Dificuldade de Comunicação</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Provém da inibição do indivíduo que fica calado, em silêncio, embora o seu desejo seja o de falar, de se manifestar, mas a inibição o bloqueia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Respeito</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Ele se apresenta pela dificuldade que a pessoa tem de falar em determinadas horas. O indivíduo permanece em silêncio por não saber exatamente o que dizer. Esse silêncio se caracteriza pelo respeito ao outro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Mágoa</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: O sentimento presente é de mágoa, de dor psicológica de perda, de decepção, da perda de confiança em alguém. É um silêncio que não se pode deixar de trabalhar, sob pena de a pessoa continuar assumindo sempre essa mesma atitude pela vida afora.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Adeus</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: Esse silêncio sempre está impregnado de muitos sentimentos ao mesmo tempo, tal como saudade, amor, ternura, medo, afeto, etc. Está relacionado com a perda definitiva ou temporária de alguém. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">Silêncio de Desconfiança</span></strong><span style="font-size:10pt;" lang="PT-BR">: As pessoas, por não se conhecerem, temem se expor, ora porque querem evitar a entrada de estranhos em seu jardim particular, ora porque, não conhecendo as pessoas, temem o seu julgamento e reações.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;" lang="PT-BR"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#888888;line-height:115%;font-family:&quot;" lang="PT-BR">Fonte: CASTILHO, Á. <strong>A dinâmica do trabalho de grupo</strong>. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1994. 79 p.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peopleenvironment.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peopleenvironment.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peopleenvironment.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peopleenvironment.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/peopleenvironment.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/peopleenvironment.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/peopleenvironment.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/peopleenvironment.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peopleenvironment.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peopleenvironment.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peopleenvironment.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peopleenvironment.wordpress.com/319/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peopleenvironment.wordpress.com/319/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peopleenvironment.wordpress.com/319/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=319&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy sharedaddy-dark"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aprendizagem significativa em T&amp;D</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 13:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Como adotar os princípios da andragogia na prática de treinamento e desenvolvimento? Como evitar que o treinamento seja uma mera passagem de informações sem significado para os participantes e o instrutor um repetidor de conceitos &#8220;enlatados&#8221;? No livro Train Smart, Richard Allen apresenta conceitos que ajudam a responder essas questões. Embora não faça menção direta sobre a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=312&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2011/02/guide-tapehead1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-313" title="guide-tapehead1" src="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2011/02/guide-tapehead1.jpg?w=179&#038;h=210" alt="" width="179" height="210" /></a>Como adotar os princípios da andragogia na prática de treinamento e desenvolvimento?</p>
<p>Como evitar que o treinamento seja uma mera passagem de informações sem significado para os participantes e o instrutor um repetidor de conceitos &#8220;enlatados&#8221;?</p>
<p>No livro <em>Train Smart,</em> Richard Allen apresenta conceitos que ajudam a responder essas questões. Embora não faça menção direta sobre a andragogia, o autor indica alguns procedimentos para qualificação da prática de T&amp;D alinhados à educação de adultos.</p>
<p>Confira o <a title="resumo train smart" href="http://issuu.com/anasimoes/docs/resumo_train_smart" target="_blank">resumo</a> e um <a title="quadro síntese train smart" href="http://issuu.com/anasimoes/docs/quadro_train_smart" target="_blank">quadro-síntese </a>do livro.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peopleenvironment.wordpress.com/312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peopleenvironment.wordpress.com/312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peopleenvironment.wordpress.com/312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peopleenvironment.wordpress.com/312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/peopleenvironment.wordpress.com/312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/peopleenvironment.wordpress.com/312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/peopleenvironment.wordpress.com/312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/peopleenvironment.wordpress.com/312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peopleenvironment.wordpress.com/312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peopleenvironment.wordpress.com/312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peopleenvironment.wordpress.com/312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peopleenvironment.wordpress.com/312/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peopleenvironment.wordpress.com/312/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peopleenvironment.wordpress.com/312/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=312&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy sharedaddy-dark"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Design instrucional andragógico</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 22:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[dinâmica dos grupos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[andragogia]]></category>
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		<description><![CDATA[Aprender na empresa é absolutamente diferente da aprendizagem acadêmica. Um dos diferenciais fundamentais é a relevância prática do conhecimento, visando resolver problemas imediatos da vida real do profissional. As atividades instrucionais no ambiente organizacional precisam, portanto, considerar as características do adulto aprendente, que possui toda uma bagagem de vida, profissional e pessoal, e necessidades imediatas de solução [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=303&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_304" class="wp-caption alignleft" style="width: 318px"><a href="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2010/11/att00152191026.jpg"><img class="size-medium wp-image-304" title="ATT00152191026" src="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2010/11/att00152191026.jpg?w=308&#038;h=197" alt="" width="308" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">Problema iminente</p></div>
<p>Aprender na empresa é absolutamente diferente da aprendizagem acadêmica. Um dos diferenciais fundamentais é a relevância prática do conhecimento, visando resolver problemas imediatos da vida real do profissional.</p>
<p>As atividades instrucionais no ambiente organizacional precisam, portanto, considerar as características do adulto aprendente, que possui toda uma bagagem de vida, profissional e pessoal, e necessidades imediatas de solução de problemas.</p>
<p>Conhecer algumas teorias de aprendizagem dão suporte conceitual aos que se dedicam, ou se interessam, pelo design instrucional voltado às organizações. Partilho com vocês um material que considerei bastante interessante nesse sentido: um quadro comparativo de diferentes teorias de aprendizagem, suas aplicações para o ensino e avaliação dos resultados (<a title="abordagens pedag-andrag" href="http://issuu.com/anasimoes/docs/abordagens_pedagogico-andragogicas" target="_blank">clique para acessar</a>).</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peopleenvironment.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peopleenvironment.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peopleenvironment.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peopleenvironment.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/peopleenvironment.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/peopleenvironment.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/peopleenvironment.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/peopleenvironment.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peopleenvironment.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peopleenvironment.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peopleenvironment.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peopleenvironment.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peopleenvironment.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peopleenvironment.wordpress.com/303/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=303&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy sharedaddy-dark"></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O processo no grupo &#8211; Yalom</title>
		<link>http://peopleenvironment.wordpress.com/2010/10/21/o-processo-no-grupo-yalom/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 17:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[dinâmica dos grupos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia social]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelente livro para entender melhor processos de grupo, Psicoterapia de Grupo (Irvin Yalom) aborda de maneira didática como fazer a leitura do que se passa no grupo e melhores métodos de intervenção. Saiba mais sobre o que está por trás do que as pessoas dizem e fazem em grupo. O livro se baseia em duas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=290&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2010/10/yalom.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-291" title="yalom" src="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2010/10/yalom.jpg?w=105&#038;h=150" alt="" width="105" height="150" /></a>Excelente livro para entender melhor processos de grupo, <em>Psicoterapia de Grupo</em> (Irvin Yalom) aborda de maneira didática como fazer a leitura do que se passa no grupo e melhores métodos de intervenção.</p>
<p>Saiba mais sobre o que está por trás do que as pessoas dizem e fazem em grupo.</p>
<p>O livro se baseia em duas premissas: 1. a interação no aqui-e-agora é crucial para a efetividade da dinâmica do grupo; e 2. quanto mais focado em processo, mais potência tem o grupo.</p>
<p><a title="resumo cap6 yalom" href="http://issuu.com/anasimoes/docs/fichamento_psicoterapia_de_grupo_cap6" target="_blank">Clique aqui </a>e acesse o resumo do capítulo 6 do livro, sobre a ativação e o esclarecimento do aqui-e-agora (processo).</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peopleenvironment.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peopleenvironment.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peopleenvironment.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peopleenvironment.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/peopleenvironment.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/peopleenvironment.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/peopleenvironment.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/peopleenvironment.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peopleenvironment.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peopleenvironment.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peopleenvironment.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peopleenvironment.wordpress.com/290/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peopleenvironment.wordpress.com/290/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peopleenvironment.wordpress.com/290/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=290&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy sharedaddy-dark"></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Ana Paula Simões</media:title>
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			<media:title type="html">yalom</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>a árvore do conhecimento (maturana e varela)</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 13:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fichamentos]]></category>
		<category><![CDATA[homem-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Arvore do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[autopoiese]]></category>
		<category><![CDATA[Maturana]]></category>
		<category><![CDATA[ontogenia]]></category>
		<category><![CDATA[Varela]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro tem como idéia central conhecer o conhecer através de um approach nem representacionista (o mundo como representações mentais) nem solipsista (concepção da filosofia clássica segundo o qual só existe a interioridade de cada um), mas da contabilidade lógica a partir da observação da ontogenia de uma unidade autopoiética (dinâmica interna + interação):  Como observadores, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=282&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://issuu.com/anasimoes/docs/anapaula_fichamento_arvore_do_conhecimento?viewMode=magazine&amp;mode=embed" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-284" title="fichamento do livro" src="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2010/04/108183_0_51.jpg?w=150&#038;h=150" alt="" width="150" height="150" /></a>O livro tem como idéia central conhecer o conhecer através de um <em>approach</em> nem representacionista (o mundo como representações mentais) nem solipsista (concepção da filosofia clássica segundo o qual só existe a interioridade de cada um), mas da contabilidade lógica a partir da observação da ontogenia de uma unidade autopoiética (dinâmica interna + interação): </p>
<p style="padding-left:210px;">Como observadores, podemos ver uma unidade em domínios <strong>diferentes</strong>, a depender das distinções que fizermos. Assim, por um lado podemos considerar um sistema no domínio de funcionamento de seus componentes, no âmbito de seus estados internos e modificações estruturais. Partindo desse modo de operar, para a dinâmica interna do sistema o ambiente não existe, é irrelevante. Por outro lado, <strong>também</strong> podemos considerar uma unidade segundo suas interações com o meio, e descrever a história de suas inter-relações com ele. Nessa perspectiva – na qual o observador pode estabelecer relações entre certas características do meio e o comportamento da unidade – a dinâmica interna desta é irrelevante (p. 150 e 151). </p>
<p style="padding-left:210px;">[...] Nenhum desses dois domínios possíveis de descrição é problemático em si. Ambos são necessários para o pleno entendimento de uma unidade. É o observador que os correlaciona a partir de sua perspectiva externa (p. 151). </p>
<p style="padding-left:210px;">[...] O êxito ou fracasso de uma conduta são sempre definidos pelo âmbito de expectativas especificadas pelo observador (p. 154).<span id="_marker"> </span> </p>
<p>Os autores partem da premissa que <em>a certeza é uma ilusão</em>: “toda experiência de certeza é um fenômeno individual cego em relação ao ato cognitivo do outro, numa solidão que [...] só é transcendida no mundo que criamos junto com ele.” (p. 22). Considera ainda que<em> o fenômeno do conhecer é indissociável da nossa experiência de mundo</em>: “não se pode tomar o fenômeno do conhecer como se houvesse ‘fatos’ ou objetos lá fora, que alguém capta e introduz na cabeça. A experiência de qualquer coisa lá fora é validada de uma maneira particular pela estrutura humana, que torna possível ‘a coisa’ que surge na descrição” (p. 31). Trecho essencial do livro (p. 108 e 109): </p>
<p style="padding-left:210px;">Como observadores, distinguimos a unidade que é o ser vivo de seu pano de fundo e o caracterizamos com uma determinada organização. Com isso, optamos por distinguir duas estruturas, que serão consideradas operacionalmente independentes entre si – o ser vivo e o meio – e entre as quais ocorre uma congruência estrutural necessária (caso contrário a unidade desaparece). Nessa congruência estrutural, uma perturbação no meio não contém em si uma especificação de seus efeitos sobre o ser vivo. Este, por meio de sua estrutura, é que determina quais as mudanças que ocorrerão em resposta. Essa interação não é instrutiva, porque não determina quais serão seus efeitos. Por isso, usamos a expressão <em>desencadear</em> um efeito, e com ela queremos dizer que as mudanças que resultam da interação entre o ser vivo e o meio são desencadeadas pelo agente perturbador e <em>determinadas pela estrutura do sistema perturbado</em>. [...] como cientistas, só podemos tratar com unidades <em>estruturalmente determinadas</em>. Isto é: só podemos lidar com sistemas nos quais todas as modificações estão determinadas por sua estrutura – seja ela qual for –, e nos quais essas modificações estruturais ocorram como resultado de sua própria dinâmica, ou sejam desencadeadas por suas interações.<span id="_marker"> </span> </p>
<p><a title="fichamento" href="http://issuu.com/anasimoes/docs/anapaula_fichamento_arvore_do_conhecimento?viewMode=magazine&amp;mode=embed" target="_blank">Clique aqui </a>para acessar o fichamento completo.</p>
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			<media:title type="html">Ana Paula Simões</media:title>
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			<media:title type="html">fichamento do livro</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>A Dimensão Oculta (Edward Hall)</title>
		<link>http://peopleenvironment.wordpress.com/2010/03/17/a-dimensao-oculta-edward-hall/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 01:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento e cognição ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Fichamentos]]></category>
		<category><![CDATA[homem-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[people-environment]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[territorialidade]]></category>
		<category><![CDATA[Benjamin Lee Whorf]]></category>
		<category><![CDATA[dimensão cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Edward Hall]]></category>
		<category><![CDATA[espaço pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[proxêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[La Dimensión Oculta (fichamento) (19ªed.) Madrid, Espana: Siglo XXI editores, 1999. O tema central do livro é o espaço pessoal e social e a percepção que o homem tem dele (p.6). Cultura como Comunicação (capítulo 1, p. 6-13) Proxêmica: (termo criado pelo autor) conceito utilizado para designar as observações e teorias inter-relacionadas do emprego que o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=275&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2010/03/ladimensionoculta.jpg"><strong><img class="alignleft size-large wp-image-278" title="ladimensionoculta" src="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2010/03/ladimensionoculta.jpg?w=213&#038;h=368" alt="" width="213" height="368" /></strong></a><strong>La Dimensión Oculta </strong>(fichamento)</p>
<p>(19ªed.) Madrid, Espana: Siglo XXI editores, 1999.</p>
<p>O <strong>tema central</strong> do livro é o espaço pessoal e social e a percepção que o homem tem dele (p.6).</p>
<p><strong>Cultura</strong><strong> como Comunicação </strong>(capítulo 1, p. 6-13)<strong></strong></p>
<p><strong>Proxêmica</strong>: (termo criado pelo autor) conceito utilizado para designar as observações e teorias inter-relacionadas do emprego que o homem faz do espaço, que é uma elaboração especializada da cultura (p.6). Observações e teorias inter-relacionadas acerca do emprego do espaço pelo homem (p.125).<strong></strong></p>
<p>Segundo Benjamin Lee Whorf, o idioma é mais do que um simples meio de expressar o pensamento, é um elemento principal na formação do pensamento. A percepção que o homem tem do mundo está programada pela língua que fala (p.6-7).</p>
<p>Os sistemas culturais, de países, cidades e grupos sociais, por um lado emprestam significado à nossa vida e por outro geram deformação de sentido na percepção e interpretação do mundo.</p>
<p>Nesse sentido o idioma e o vocabulário do indivíduo são mais do que meios de expressão do pensamento, trata-se na realidade do meio principal da formação do pensamento. A mente humana registra e estrutura a realidade exterior de acordo com a língua e vocabulário que utiliza.</p>
<p>Pessoas de diferentes sistemas culturais não só utilizam diferentes linguagens, mas também habitam diferentes mundos sensórios (p.8).</p>
<p>O homem se distingue dos demais animais pelo fato de ter desenvolvido prolongamentos de seu organismo: cérebro-computador, voz-telefone, pernas-rodas; a linguagem prolonga a experiência do tempo e espaço, e a escrita prolonga a linguagem (p.9). Segundo o antropólogo Weston La Barre, o homem transferiu a evolução de seu corpo aos seus prolongamentos e assim acelerou o processo evolutivo (p.9).</p>
<p>Podemos ver o homem como um organismo que elaborou e especializou seus prolongamentos a tal ponto que estes tomaram o comando e estão substituindo rapidamente a natureza. Ou seja, o homem criou uma nova dimensão, a dimensão cultural, da qual a proxêmica é apenas uma parte (p.10).</p>
<p>A relação entre o homem e a dimensão cultural é tal que tanto o homem quanto seu meio ambiente participam de um modelamento mútuo (p.10).</p>
<p>O homem está agora em condições de criar realmente todo o mundo em que pretende vive, o que os biólogos chamam de biotopo. E ao criar esse mundo, está determinando a classe de organismo que será. Num sentido mais amplo, isso significa que nossas cidades estão criando tipos diferentes de pessoas (p.10).</p>
<p><span id="more-275"></span> </p>
<p><strong>Regulagem da Distância nos Animais</strong> (capítulo 2, p.14-33)</p>
<p>A territorialidade é o comportamento através do qual um ser vivo declara característicamente suas pretensões em uma extensão de espaço (p.14). O território tem um papel na determinação de um sistema de comportamento, define o lugar de aprender, julgar, proteger-se, etc (p.15). A territorialidade está relacionada também a hierarquia: o mais forte-dominante tem um território mais amplo e acesso ao território do mais fraco-dominado (p.16).</p>
<p>Correlação entre distância pessoal e hierarquia: os animais dominantes são propensos a ter maiores distâncias pessoais que os que ocupam posições inferiores na hierarquia social, enquanto os animais subordinados cedem espaço aos dominantes (p.22).</p>
<p><strong>Percepção</strong><strong> do espaço. Receptores de distância: olhos, ouvidos e nariz</strong> (capítulo 4, p.56-68)</p>
<p>Para entender o homem é preciso saber algo sobre a natureza de seus sistemas de recepção e de como a informação recebida se modifica em razão da cultura. Podemos classificar os aparatos sensoriais em duas categorias (p.56):</p>
<ol>
<li>Receptores de distância, relacionados com o exame dos objetos distantes, ou seja, os olhos, ouvidos e narinas.</li>
<li>Receptores de imediação, empregados para examinar o que está contíguo ou junto a nós, ou seja, relativo ao tato, às sensações na pele, na mucosa e nos músculos.</li>
</ol>
<p>Os sistemas de tato são os mais antigos na evolução das espécies, os da visão os mais recentes (p.57).</p>
<p>A percepção do espaço não é somente uma questão do que se pode perceber, mas também do que se pode eliminar. As pessoas de diferentes culturas aprendem desde crianças a excluir certo tipo de informação, ao mesmo tempo em que tendem cuidadosamente à informação de outra classe. Uma vez instituídas, essas normas de percepção parecem seguir perfeitamente invariáveis por toda a vida (p.60-61).</p>
<p><strong>Percepção</strong><strong> do espaço. Receptores imediatos: a pele e os músculos</strong> (capítulo 5, p.68-83)</p>
<p>Cenestesia (Houaiss) designação genérica para as impressões sensoriais internas do organismo, que formam a base das sensações, p.ex., de estar com saúde, de estar relaxado etc., por oposição às impressões do mundo externo percebidas por meio dos órgãos dos sentidos. Cinestesia (Houaiss) sentido da percepção de movimento, peso, resistência e posição do corpo, provocado por estímulos do próprio organismo.</p>
<p>Um espaço fisicamente pequeno pode ser “ampliado” através da ampliação da participação cenestésica [ou c<strong>i</strong>nestésica? A palavra utilizada no livro é cenestésica, mas o não contexto não condiz com a definição]. É o recurso utilizado pelos japoneses em seus jardins (p.68).</p>
<p>Tanto o conceito japonês quanto o europeu de experiência espacial se diferencia do norte-americano. Nos EUA, a idéia corrente do lugar que os empregados de um escritório necessitam se limita ao espaço estritamente necessário para realizar o trabalho. Todo o resto é considerado supérfluo (p.69).</p>
<p>O espaço cenestésico [ou cinestésico?] é fator importante na vida cotidiana, por exemplo, um cômodo que permita maior variedade de movimento livre parece ser maior (p.71).</p>
<p>A temperatura altera a necessidade de espaço. Para preservar a sensação de conforto e privacidade, uma multidão no calor necessita de mais espaço que outra multidão no frio (p.76).</p>
<p><strong>O espaço visual</strong> (capítulo VI, p.84-96)</p>
<p>No estudo da visão é preciso diferenciar a imagem da retina – campo visual, do que o homem percebe – mundo visual (Gibson, p.85). O fato do homem diferenciar (sem saber que o faz) as impressões sensoriais que estimulam a retina e o que ele vê indica que os dados sensórios de outras fontes servem para corrigir o campo visual (p.85).</p>
<p>“Os conceitos espaciais são ações interiorizadas” (Piaget, p.87). Há uma ação recíproca entre visão e conhecimento do corpo (cenestesia) (Gibson, p.87).</p>
<p><strong>A antropologia do espaço, modelo organizado</strong> (capítulo 9, p.125-159)</p>
<p>Há três tipo de manifestações proxêmicas: 1. <em>infra</em>cultural, do comportamento radicada no passado biológico do homem; 2. pré-cultural, é fisiológica e diante de tudo no presente; 3. <em>micro</em>cultural, aquela onde se efetivam as observações proxêmicas (p.125). A proxêmica, manifestação da microcultura, tem três aspectos: caracteres fixos, semifísicos e informais (p.125).</p>
<p>O território é em todos os sentidos da palavra um prolongamento do organismo, marcado por sinais visuais, verbais e olfativos. O homem criou prolongamentos materiais da territorialidade, assim como sinalizadores territoriais visíveis e invisíveis. Portanto, sendo a territorialidade relativamente fixa, este tipo de espaço é denominado em relação à proxêmica de <em>espaço</em><em> de caracteres fixos</em> (p.127).</p>
<p>O espaço de caracteres fixos é um dos modos fundamentais de organizar as atividades dos indivíduos e dos grupos. Compreende tanto manifestações materiais quanto normas ocultas, interiorizadas, que regem o comportamento quando o homem se move sobre a terra (p.128). Exemplo: a malha quadriculada das cidades, os edifícios, a distribuição espacial dos cômodos de uma casa.</p>
<p>Há uma relação entre as características do espaço de caracteres físicos e a personalidade do indivíduo que habita esse espaço (p.129-130).</p>
<p>Alguns aspectos do espaço de caracteres fixos não são visíveis até que se observe o comportamento humano (p.131). As pessoas levam consigo interiorizações do espaço de caracteres fixos aprendidas no princípio de suas vidas [a idéia de cidade de um brasiliense, nascido e criado em Brasília – Plano Piloto, é bem diferente da idéia de cidade de qualquer outro habitante do planeta] (p.131).</p>
<p>Nós configuramos nossos edifícios e eles nos configuram” (Churchill, p.132).</p>
<p>O mobiliário é um exemplo de caractere semifixo do espaço. Alguns <em>layouts</em> tendem a manter as pessoas separadas, outros a uni-las (p.134). Há relação entre a posição em que se senta numa mesa e o estabelecimento de conversações. Posição em esquina e frente a frente são mais favoráveis à conversa do que lado a lado (p.135).</p>
<p>O espaço informal diz respeito às distâncias que mantemos nos encontros com outras pessoas. Há quatro tipos de distâncias: 1. íntima, entre quase zero e 45cm, convivência íntima ou luta, quando obrigada em situações sociais (ex.: elevador lotado), leva a tensão muscular; 2. pessoal, entre 45cm e 120cm, assuntos de interesse e relação pessoais se tratam a essa distância; 3. social, 1,2m a 3,5m, tratamento de assuntos impessoais, formais, de pé e olhando uma pessoa a essa distância obtêm-se um efeito de dominação, acima de 2m pode servir para isolar ou separar as pessoas umas das outras sem uso de objetos físicos; 4. pública, de 3,5m até 9m ou mais, os lingüista observaram que a essa distância se produz uma cuidadosa escolha das palavras e da forma das frases, formal, os detalhes da inflexão da voz e da expressão facial se perdem. As distâncias variam conforme a personalidade e fatores ambientais, por exemplo, um ruído muito forte ou uma iluminação escassa em geral aproximam mais as pessoas (p.143)</p>
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		<media:content url="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2010/03/ladimensionoculta.jpg?w=591" medium="image">
			<media:title type="html">ladimensionoculta</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Música, ambiente e comportamento: desenho da paisagem sonora (soundscape design)</title>
		<link>http://peopleenvironment.wordpress.com/2009/12/03/musica-ambiente-e-comportamento-desenho-da-paisagem-sonora/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[desenho da paisagem sonora]]></category>
		<category><![CDATA[soundscape design]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem já não entrou numa loja e saiu quase imediatamente por causa do tipo de música ambiente? Quem já não ficou com os nervos à flor da pele devido ao excesso de barulho a sua volta? Quem já não relaxou a beira mar ao som das ondas calmas e o canto dos pássaros? Em 5 minutos Julian [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=270&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já não entrou numa loja e saiu quase imediatamente por causa do tipo de música ambiente? Quem já não ficou com os nervos à flor da pele devido ao excesso de barulho a sua volta? Quem já não relaxou a beira mar ao som das ondas calmas e o canto dos pássaros?</p>
<p>Em 5 minutos Julian Tresure demonstra o poder do desenho da paisagem sonora sobre o comportamento das pessoas, e como o som pode ser um aliado na composição de uma marca, na capacidade produtiva e no bem-estar do indivíduo.</p>
<p style="text-align:center;"><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param> <param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JulianTreasure_2009G-medium.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JulianTreasure-2009G.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=660&introDuration=16500&adDuration=4000&postAdDuration=2000&adKeys=talk=julian_treasure_the_4_ways_sound_affects_us;year=2009;theme=what_makes_us_happy;theme=new_on_ted_com;theme=not_business_as_usual;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=media_that_matters;event=TEDGlobal+2009;&preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JulianTreasure_2009G-medium.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JulianTreasure-2009G.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=660&introDuration=16500&adDuration=4000&postAdDuration=2000&adKeys=talk=julian_treasure_the_4_ways_sound_affects_us;year=2009;theme=what_makes_us_happy;theme=new_on_ted_com;theme=not_business_as_usual;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=media_that_matters;event=TEDGlobal+2009;"></embed></object></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peopleenvironment.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peopleenvironment.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peopleenvironment.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peopleenvironment.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/peopleenvironment.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/peopleenvironment.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/peopleenvironment.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/peopleenvironment.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peopleenvironment.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peopleenvironment.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peopleenvironment.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peopleenvironment.wordpress.com/270/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peopleenvironment.wordpress.com/270/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peopleenvironment.wordpress.com/270/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=270&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy sharedaddy-dark"></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Ana Paula Simões</media:title>
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		<title>Novo livro sobre APO (avaliação pós-ocupação)</title>
		<link>http://peopleenvironment.wordpress.com/2009/11/24/novo-livro-sobre-apo-avaliacao-pos-ocupacao/</link>
		<comments>http://peopleenvironment.wordpress.com/2009/11/24/novo-livro-sobre-apo-avaliacao-pos-ocupacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 20:51:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação Pós-Ocupação - APO]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento e cognição ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[homem-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[people-environment]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Workspace - o lugar de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[APO]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação pós-ocupação]]></category>

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		<description><![CDATA[ Interessados e pesquisadores da área de avaliação de desempenho do ambiente construído, não deixem de acessar o livro digital Observando a Qualidade do Lugar: procedimentos para a avaliação pós-ocupação. Os autores são professores doutores da UFRJ (Paulo Afonso Rheingantz, Giselle Arteiro Azevedo, Alice Brasileiro, Denise de Alcantara, Mônica Queiroz), pesquisadores do grupo ProLUGAR, que vem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=263&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.fau.ufrj.br/prolugar/arq_pdf/diversos/Observando_a_Qualidade_do_Lugar.pdf" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-265" title="APO_ProLUGAR" src="http://peopleenvironment.files.wordpress.com/2009/11/apo_prolugar.jpg?w=180&#038;h=250" alt="" width="180" height="250" /></a> Interessados e pesquisadores da área de avaliação de desempenho do ambiente construído, não deixem de acessar o livro digital <em><a href="http://www.fau.ufrj.br/prolugar/arq_pdf/diversos/Observando_a_Qualidade_do_Lugar.pdf" target="_blank">Observando a Qualidade do Lugar: procedimentos para a avaliação pós-ocupação</a></em>.</p>
<p>Os autores são professores doutores da UFRJ (Paulo Afonso Rheingantz, Giselle Arteiro Azevedo, Alice Brasileiro, Denise de Alcantara, Mônica Queiroz), pesquisadores do grupo ProLUGAR, que vem desenvolvendo pesquisa na área de APO há décadas.</p>
<p>O livro é uma compilação das experiências de pesquisa do grupo e apresenta métodos e instrumentos de APO detalhadamente, com diversas exemplificações. Extremamente útil para a pesquisa na área da arquitetura e urbanismo, vale à pena conferir!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peopleenvironment.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peopleenvironment.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peopleenvironment.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peopleenvironment.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/peopleenvironment.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/peopleenvironment.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/peopleenvironment.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/peopleenvironment.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peopleenvironment.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peopleenvironment.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peopleenvironment.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peopleenvironment.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peopleenvironment.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peopleenvironment.wordpress.com/263/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=263&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy sharedaddy-dark"></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Ana Paula Simões</media:title>
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			<media:title type="html">APO_ProLUGAR</media:title>
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		<title>Ecologia profunda</title>
		<link>http://peopleenvironment.wordpress.com/2009/10/15/ecologia-profunda/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 09:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[deep ecology]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia profunda]]></category>
		<category><![CDATA[Satish Kumar]]></category>

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		<description><![CDATA[Repensando o conceito de ecologia, atribuindo novo significado à relação entre o homem e a natureza&#8230; assista ao vídeo apresentado por Satish Kumar e reflita&#8230;<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=255&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Repensando o conceito de ecologia, atribuindo novo significado à relação entre o homem e a natureza&#8230; assista ao vídeo apresentado por Satish Kumar e reflita&#8230;</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://peopleenvironment.wordpress.com/2009/10/15/ecologia-profunda/"><img src="http://img.youtube.com/vi/R2gZ6FRhc3w/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peopleenvironment.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peopleenvironment.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peopleenvironment.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peopleenvironment.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/peopleenvironment.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/peopleenvironment.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/peopleenvironment.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/peopleenvironment.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peopleenvironment.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peopleenvironment.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peopleenvironment.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peopleenvironment.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peopleenvironment.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peopleenvironment.wordpress.com/255/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=255&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy sharedaddy-dark"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Retrofit e Sustentabilidade</title>
		<link>http://peopleenvironment.wordpress.com/2009/10/07/retrofit-e-sustentabilidade/</link>
		<comments>http://peopleenvironment.wordpress.com/2009/10/07/retrofit-e-sustentabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 18:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliação Pós-Ocupação - APO]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[André Trigueiro]]></category>
		<category><![CDATA[APO]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação pós-ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades e Soluções]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho energéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Globo News]]></category>
		<category><![CDATA[retrofit]]></category>
		<category><![CDATA[valor histórico]]></category>

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		<description><![CDATA[O conceito de retrofit está ligado à modernização de estruturas edificadas e atualmente tem sido aplicado levando em conta as demandas de sustentabilidade em relação aos espaços construídos.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=249&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de retrofit está ligado à modernização de estruturas edificadas e atualmente tem sido aplicado levando em conta as demandas de sustentabilidade em relação aos espaços construídos.</p>
<p>Através do retrofit se busca a adequação das necessidades do local às funções, mantendo as características formais da edificação, preservando assim seu valor histórico e cultural.</p>
<p>O Retrofit trabalha o conceito de sustentabilidade na medida em que busca preservar os elementos que caracterizam a edificação (ao invés de simplesmente descartá-los), sendo modificadas características que melhorem o desempenho energéticos, aumentem sua eficiência funcional e valorizem sua estética.</p>
<p>Para identificar o que precisa ser modificado na edificação pode-se utilizar a metodologia <a href="http://peopleenvironment.wordpress.com/glossario/" target="_blank">APO &#8211; Avaliação Pós-Ocupação</a>, através da qual se elabora o diagnóstico de desempenho dos espaços construídos e indica-se diretrizes a serem adotadas nas ações de retrofit ou novos projetos.</p>
<p>Veja alguns exemplos de retrofit na reportagem de André Trigueiro para o programa Cidades e Soluções da Globo News:</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://peopleenvironment.wordpress.com/2009/10/07/retrofit-e-sustentabilidade/"><img src="http://img.youtube.com/vi/gHu_r76y_is/2.jpg" alt="" /></a></span>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://peopleenvironment.wordpress.com/2009/10/07/retrofit-e-sustentabilidade/"><img src="http://img.youtube.com/vi/JNPad4eXJkM/2.jpg" alt="" /></a></span>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://peopleenvironment.wordpress.com/2009/10/07/retrofit-e-sustentabilidade/"><img src="http://img.youtube.com/vi/UsagBElhCsI/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/peopleenvironment.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/peopleenvironment.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/peopleenvironment.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/peopleenvironment.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/peopleenvironment.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/peopleenvironment.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/peopleenvironment.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/peopleenvironment.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/peopleenvironment.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/peopleenvironment.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/peopleenvironment.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/peopleenvironment.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/peopleenvironment.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/peopleenvironment.wordpress.com/249/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=peopleenvironment.wordpress.com&amp;blog=6607499&amp;post=249&amp;subd=peopleenvironment&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" /><div class="sharedaddy sharedaddy-dark"></div>]]></content:encoded>
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